GOOOOL

GOOOL

 

Si ontem estava “Ansioso”, hoje depois dos 2 x 0 nos minutos finais de Brasil e Costa Rica, me sinto leve. O grito de GOOOL é realmente uma descarga emocional positiva, produzindo uma sensação de alivio, seguida de satisfação.

Ver os partidos, observar o comportamento das diferentes torcidas em uma COPA DO MUNDO, é realmente impressionante. É uma festa patriótica, que começa com as emoções do hino nacional, um sentimento patriótico muitas vezes esquecidos, que contagia uma multidão unida em torno de um só objetivo. É um grito de guerra, são momentos de apreensão, alívio, decepção, frustração, mas tudo isto compensa com o êxtase sentindo na hora do GOOL.

O GOOL é o centro de todas as atenções, é a meta principal, sem GOL não existem vitórias. São onze jogadores com um só objetivo: “O GOL”. É um trabalho de equipe, onde se necessita de estratégia de defesa e ataque, chegar ao GOL, não é tão simples, muitas vezes necessitamos de um líder (Jogador) competente que possa fazer a diferença. Fazer Gol implica em ter habilidades para vencer barreiras e obstáculos no caminho para o GOL.

Creio que em nossas vidas somos motivados pelos partidos da Vida a meter um GOL. O GOL deve representar a meta principal na vida de cada um de nós. Quando alcançamos meter um GOL, isto significa que conseguimos uma vitória. Para alcançar as metas e propósitos em nossas vidas, é necessário muita paciência, persistência, determinação, habilidade e resistência para vencer aqueles e aquelas circunstancias que intentam impedir que cheguemos a nossas metas o que metemos o GOL da vitória.

Vamos ter que jogar muitos partidos e passar por muitas fases para vencer o campeonato de nossas vidas. Encontraremos e nos confrontaremos com muitos competidores, que teremos que vencer, vamos necessitar muita paixão, suar a camisa para que alcancemos nossos objetivos. Muitas vezes vamos ser lastimados, feridos e lesionados, nosso competidor não vai deixar barato.

Existem pelo menos três partidos na vida, onde cada um necessita meter Gols e vencer, estes estão relacionados com nossa vida pessoal, profissional e espiritual. Quais são suas metas pessoais?Que tipo de pessoa deseja ser? Que tipo de relacionamento deseja ter? Onde desejas chegar como pessoa? A realização de Gols pessoais é fundamental para uma boa autoestima. Aprender me amar, respeitar meus próprios princípios, administrar bem o que recebi de Deus, é o que se espera. Sou um ser criado para a Gloria de Deus e devo usar toda minha inteligência e habilidades com sabedoria e excelência.

Quais são suas metas profissionais? Onde deseja chegar como um profissional? Que passos esta dando hoje em direção desta meta? Fazer um GOL profissional requer muito treinamento, habilidade, determinação e objetividade.

Qual é sua meta Espiritual? Deus te criou com um propósito e tem um projeto de vida para você. O maior GOOOL de sua vida está em alcançar a Plenitude em Cristo e receber a coroa da Vida Eterna. Não tenho dúvida em afirmar, que quando um consegue fazer o GOOL DA VITORIA NA VIDA ESPIRITUAL, ganharás a COPA DA VIDA.

Meu querido leitor, minha oração é que metas muitos GOLS em sua vida, estou seguro que esta é a vontade de Deus para você.

” Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?”

(Mateus 16:26)

Odenir Figueiredo Jr.

Capelão e Coach

Hoy hay partido, estoy ansioso!

Hacia un tiempo escuche que un pastor en su mensaje enseñaba que “Ansiedad es un Pecado”, la manera como la persona me describía la total resistencia del mismo a aquellos que contestaban que ansiedad era apenas un “sentimiento”, quede a pensar que aquello pastor estaba muy ansioso en afirmar que ansiedad era un pecado. En verdad no quiero hacer juicio del pastor, a final no sé en qué contexto y cuál era su interpretación teológica de la ansiedad.
La ansiedad es, en muchas circunstancias, una respuesta normal que se produce cuando una persona percibe una posible amenaza. Su función es protegernos de dicha amenaza, haciendo que evitemos la situación, salgamos corriendo o luchemos.
Hay una ansiedad natural y positiva y hay otra patológica que va a producir los “Trastornos de Ansiedad”. Dicen que la manera con que pensamos o encaramos una cierta situación es lo que va determinar el nivel de nuestras ansiedades.
En la Biblia encontramos una serie de versículos que nos incentiva ha direccionar estos pensamientos que producen ansiedad, para las manos de aquel que es nuestro cuidador y soberano sobre todas las cosas. Ponga delante de Dios sus ansiedades y permita que su paz que sobrepasa todo entendimiento, repose sobre su vida.
Cuando Jesús dijo: “Mateo 6: 25)= Por tanto os digo: nos afanéis por vuestra vida, qué habéis de comer o qué habéis de beber, ni por vuestro cuerpo, qué habéis de vestir. ¿No es la vida más que el alimento, y el cuerpo más que el vestido?”
34) Así que, no os afanéis por el día de mañana, porque el día de mañana traerá su afán. Basta a cada día su propio mal.
Filipenses 4: 6)= Por nada estéis afanosos, sino sean conocidas vuestras peticiones delante de Dios en toda oración y ruego, con acción de gracias.
(7) Y la paz de Dios que sobrepasa todo entendimiento, guardará vuestros corazones y vuestros pensamientos en Cristo Jesús.
(1 Pedro 5: 6)= Humillaos, pues, bajo la poderosa mano de Dios, para que él os exalte cuando fuere tiempo; (7) echando toda vuestra ansiedad sobre él, porque él tiene cuidado de vosotros.
En todos estos versículos no encontramos la ansiedad como un pecado, pero si como parte de la naturaleza humana y que podemos trabajar direccionando estas “ansiedades que nos esclavizan y enferma”, para las manos de Dios.
No quedes atormentado por su ansiedad natural, esta es parte de su respuesta a eventos donde no tenéis ninguno control.
En este exacto momento estoy ansioso, las 9:00 horas , Brasil juega con la Costa Rica, no tengo controle sobre este partido, confió en mi selección, pero no puede controlar esta ansiedad. Tendré que convivir con ella hasta el final del partido. Este tipo de ansiedad, así como cuando salimos hacia un lugar desconocido o esperamos por un resultado de un examen o mismo a un hijo en una sala de cirugía, son normales, lo que no podemos permitir es que los mismos paralice nuestras vidas.
La ansiedad es natural, cuando estamos hinchando por nuestro equipo de futbol, si transforma en pura adrenalina, cuando estamos delante de un desafío, si transforma en alerta, atención y motivación para supéralos. Hay una ansiedad espiritual, la que nos invita a cada día confiar en Dios y hacer su voluntad. Es una ansiedad que si transforma en un deseo ardiente de esta en armonía con Dios.
No tenga miedo de la Ansiedad, no la permita controlar y paralizar su vida, pero la transforme en pura adrenalina para dar lo mejor de ti y ejercer su fe.

Odenir Figueiredo Jr.
Capellán y Coach

Estou ansioso, hoje e día de jogo!

Escutei certo dia que um pastor em sua mensagem ensinava que a “Ansiedade era um Pecado”, a maneira como a pessoa me descrevia a total resistência do mesmo a aqueles que nao concordavam com ele e que afirmavam que a ansiedade era um “sentimento”, me levou a pensar que aquele pastor estava muito ansioso em afirmar que ansiedade era um pecado. Não quero fazer juízo do pastor, afinal não sei em que contexto e qual era sua interpretação teológica da ansiedade.
A ansiedade é em muitas circunstancias uma resposta normal que se produz em uma pessoa, quando a mesma sente ou percebe uma possível ameaça. Sua função é nos proteger desta ameaça, fazendo que possamos evitar tal situação, e podamos correr ou lutar.
Existe uma ansiedade natural e positiva e existe outra que é patológica que produz o que chamamos os “Transtornos de Ansiedade”. Dizem que a maneira como pensamos ou encaramos certa situação, é que vai determinar a intensidade de nossa ansiedade.
Na Bíblia encontramos uma série de versículos que nos incentiva a entregar este sentimento e pensamentos que produz ansiedade, a nosso Deus que cuida e é Soberano sobre todas as coisas. Quando assim fazemos, sua paz guardará nosso coração e nossa mente em Cristo.
Quando Jesus disse: “25 ”Portanto eu lhes digo: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir”“. Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa?
34 Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada día o seu próprio mal. (Mateus 6: 25,34)
“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus”. 7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus. “(Filipenses: 4: 6,7)”.
“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” (1 Pedro 5:7).
Em todos estes versículos não encontramos a ansiedade como um pecado, mas sim como parte da natureza humana e que podemos trabalhar direcionando estas ansiedades que nos escraviza e enferma, para as mãos de Deus.
Não fique atormentado por sua ansiedade natural, ela é parte de sua resposta a circunstancias onde não temos nenhum controle.
Neste exato momento estou “ansioso”, às 9:00 horas a seleção brasileira joga contra Costa Rica, não tenho controle sobre essa partida, confio na seleção, mas não posso controlar esta ansiedade. Terei que conviver com ela até o final da partida. Este tipo de ansiedade, assim como vamos a um lugar desconhecido, ou estamos esperando um resultado de um exame médico, ou quando estamos esperando um filho que esta na sala de cirurgia, é normal, o único que não podermos permitir é que estes sentimentos paralisem nossas vidas ou nos leve ao pânico.
A ansiedade é natural, quando estamos torcendo por nosso time de futebol , se transforma em pura adrenalina, quando estamos diante de um desafio, se transforma em um estado de alerta, atenção e motivação para superar os obstáculos.
Existe também uma ansiedade espiritual, a que nos convida e motiva a confiar em Deus e fazer sua vontade. É uma ansiedade que se transforma em um desejo ardente de estar em harmonia com Deus.
Não tenha medo de sua Ansiedade, não permita que a mesma controle e paralise sua vida, mas sim transforme esta em pura adrenalina para dar o melhor de ti e exercitar sua fé.

Odenir Figueiredo Jr.
Capelão e Coach

LA PASTORAL DEL CAMINO CON NICODEMO II

Otro aspecto de la Pastoral del Camino con Nicodemo ha sido conducir a Nicodemo hacia una dimensión transcendental de su visión teológica. En verdad Nicodemo era sincero en su búsqueda de la verdad; Jesús usa lenguaje figurado para llevarle al entendimiento de su conflicto teológico. Como consejeros debemos tener bien en cuenta la naturaleza del hombre como “IMAGO DEI”, en busca de Dios. No debemos pensar que alguien, por causa de su título como autoridad religiosa y conocedor “académico de las escrituras”, por ser un “teólogo”, ya no tiene necesidad de conocer el Trascendente.
En su pastoral del camino, Jesús aquí hace uso de un lenguaje figurativo para llevar un mensaje trascendente. Como consejeros, en nuestra pastoral del camino, debemos aprender la sabiduría de usar un lenguaje figurado y simple, que sea entendible en el mundo de nuestro paciente, para poder conducirlo hacia un Encuentro Salvífico con el Trascendente.

OFJ

El encuentro con Nicodemo.

La pastoral del camino de Jesús con Nicodemo:

No me sorprendería saber que el encuentro de Jesús con Nicodemo, un fariseo y doctor de la Ley (Juan 3:1 Había entre los fariseos un dirigente de los judíos llamado Nicodemo.), hubiera acontecido después del episodio de la mujer adúltera. Después de este encuentro, a Nicodemo lo vemos entre los principales sacerdotes y fariseos, cuando los mismos buscaban un medio de apresar a Jesús. En esa conspiración, fue Nicodemo quien confrontó al grupo (Juan 7:50-51, “Nicodemo, que era uno de ellos y que antes había ido a ver a Jesús, les interpeló: — ¿Acaso nuestra ley condena a un hombre sin antes escucharlo y averiguar lo que hace?”). Por último, lo encontramos junto con José de Arimatea, cuidando del cuerpo y del sepelio de Jesús.

La pastoral del camino de Jesús con Nicodemo:

En primer lugar encontramos la pastoral de la disponibilidad. Jesús se encuentra con Nicodemo a la noche, y en el caso de Nicodemo, en privado. En nuestra pastoral del camino debemos estar siempre abiertos hacia la agenda del paciente y muchas veces respetar las limitaciones, los temores, de quienes nos buscan en medio de sus conflictos. Cuántas veces en mi ministerio he sido llamado en horas de la madrugada para atender un paciente; muchos también nos han buscado en secreto, por miedo a ser vistos por sus pastores o sacerdotes, o aun por sus familiares. En el Paraguay donde el catolicismo tenía un poder político, y sobre todo era parte de una tradición familiar inviolable, el encuentro con un consejero, pastor o capellán protestante era considerado como una traición hacia la Iglesia y la familia.

Dentro de esta realidad debemos usar la pastoral de la disponibilidad, incondicional y sin prejuicios, respetando al paciente y aceptándolo donde está y cómo está. Esto significa respetar sus temores y limitaciones. Aquí Jesús no permite una visión estereotipada del “fariseo Nicodemo”, sino que lo recibe con amor y gracia.

OFJ

ENCUENTRO CON LOS FARISEOS II

PASTORAL DE LA CONFRONTACIÓN
En la pastoral del camino con los fariseos Jesús empleó la ‘Confrontación”. Esto no significa argumentar o discutir diferentes opiniones personales, sin establecer un diálogo sincero, honesto y genuino. La confrontación de Jesús tenía como meta llevar a los fariseos al encuentro del “Trascendente”; es decir ayudarles y conducirles hacia una reflexión interior y teológica de las verdades que ellos mismos abogaban. Era una confrontación tendiente a una reflexión entre “ser” o “hacer”.
Uno de los episodios donde podemos ver esta confrontación para una reflexión es el caso de la mujer que había adulterado (Juan 8:3 -11):”Los maestros de la ley y los fariseos llevaron entonces a una mujer sorprendida en adulterio, y poniéndola en medio del grupo le dijeron a Jesús:
—Maestro, a esta mujer se le ha sorprendido en el acto mismo de adulterio. En la ley Moisés nos ordenó apedrear a tales mujeres. ¿Tú qué dices?
Con esta pregunta le estaban tendiendo una trampa, para tener de qué acusarlo. Pero Jesús se inclinó y con el dedo comenzó a escribir en el suelo. Y como ellos lo acosaban a preguntas, Jesús se incorporó y les dijo:
—Aquel de ustedes que esté libre de pecado, que tire la primera piedra.
E inclinándose de nuevo, siguió escribiendo en el suelo. Al oír esto, se fueron retirando uno tras otro, comenzando por los más viejos, hasta dejar a Jesús solo con la mujer, que aún seguía allí. Entonces él se incorporó y le preguntó:
—Mujer, ¿dónde están? ¿Ya nadie te condena?—Nadie, Señor.
—Tampoco yo te condeno. Ahora vete, y no vuelvas a pecar.”
“¿Tú qué dices?” No importa la verdadera intención de los fariseos; lo que importa es la búsqueda de un consejo. Aquí en la pastoral del camino; aquí y ahora, lo primero que vemos es la comunicación no verbal de Jesús: “Pero Jesús se inclinó y con el dedo comenzó a escribir en el suelo.” Aquí encontramos una situación en donde muchas veces como pastores y consejeros cristianos fallamos, principalmente cuando conocemos la intención interior de la persona que nos pide un consejo. Podemos reaccionar o reflexionar; en ese momento no podemos permitir que nuestras emociones determinen la dirección de nuestro consejo o pastoral, pues cuando esto acontece perdemos la objetividad. Aquí Jesús toma su tiempo, controlando su ira hacia la hipocresía de aquellos hombres y su intención maquiavélica, y más aún porque ellos quisieron usar a aquella pobre mujer como objeto para atraparlo en su teología y su ética como ciudadano sujeto las leyes de un país.
En su silencio y acción no verbal Jesús determinó y desarrolló un tiempo de reflexión tanto para los fariseos como para sí mismo. Aun ante la insistencia de una respuesta directa, el Señor no cae en la trampa de una respuesta simplista, sino que decide llevar aquellos hombres hacia una reflexión trascendental. Lo que hizo Jesús fue llevar a aquellos hombres hacia dentro de ellos mismos; y desde ahí encuentra la respuesta para sus inquietudes teológicas.
Al volver a inclinarse hacia al suelo, el Señor en su sincera y amorosa confrontación, no desea avergonzar a los fariseos, sino darles un espacio que ellos puedan reflexionar y pensar en la gracia trascendente.

.OFJ

El encuentro con los líderes religiosos.

Con los fariseos: ¿Quiénes eran?

“En la Palestina, particularmente en Jerusalén, éstos se destacaban por su fervor religioso. Su nombre significa “separatistas”, lo que les cabía muy bien por su costumbre de separarse, no solamente de los “gentíos”, considerados impuros, sino también de aquellos a quienes juzgaban sin ardor. Observaban las leyes de Moisés con mucha meticulosidad, así como las reglas añadidas por la tradición, esto es, por los rabinos; la mayoría pertenecía a su partido. Fueron los creadores del derecho judío en el dominio sacro y profano. Los conflictos entre ellos y Jesús eran frecuentes; ellos no le perdonaban la violación del sábado, ni la omisión de las prescripciones de los rituales, su pretensión de perdonar pecados y el hecho de ser más fuerte en la expulsión de los demonios.

Del otro lado, Jesús frecuentemente censuraba las meticulosidades, hipocresía y vanidad de los fariseos, así como su incapacidad de establecer una sana jerarquía entre los mandamientos, en el cual el amor a Dios y al prójimo debería ser el punto principal”.(Vocabulario Bíblico-Von Allmen-ASTE).

La pastoral de Jesús:

Creo que la pastoral más difícil es precisamente con los “sanos”, con los “santos”, con aquellos que están “encapsulados” dentro de una religiosidad fanática y enferma al punto de cerrar sus consciencias con “finitud” creando una religión exterior, institucional e incapaz de mirar hacia dentro.

ofj

COACH DEL DÍA: AMAR…! UNA DECISIÓN O SENTIMIENTO!

amar

¿Qué es el amor?…un sentimiento o una decisión? Muchos han hecho esta pregunta y creo que hoy en el día de los enamorados ser este un tema de reflexión.
Primero hay que definir ¿Qué son sentimientos? La palabra sentimiento quiere decir literalmente algo que se siente. Los sentimientos son simplemente señales de que algo ocurre en nuestro cuerpo o en nuestra alma. Por ejemplo, si meto mi dedo en el fuego de una vela, este se quemará estimulando las ramificaciones nerviosas con las que cuenta y dando una señal de dolor a mi cerebro, es decir, la quemadura me causará un sentimiento de dolor. Si por otra parte por alguna razón tuviera una herida emocional en mi alma, mi alma responderá con un sentimiento de dolor emocional. Son sentimientos también el placer, la angustia, la satisfacción, el enojo y el enamoramiento. Los sentimientos son indicadores que señalan si algo está bien o mal en nuestra alma.
Hay también las sensaciones de enamoramiento (el corazón late mas fuerte cuando uno ver la persona por la cual está enamorada, el dolor del estomago, la sensación de excitación emocional, etc.). Todos estos son síntomas de los sentimientos que indica que mi subconsciente ha aprobado las cualidades físicas y morales, su manera de ser. Mi alma considera la pareja ideal.
Sentimiento se refiere a tanto a un estado de ánimo como a una emoción conceptualizada que determina el estado de ánimo. Por tanto, estado del sujeto caracterizado por la impresión afectiva que le causa determinada persona, animal, cosa, recuerdo o situación en general.
Segundo: ¿Qué es una decisión? Es una elección consciente en un conjunto de alternativas distintas, es una acción consciente, es un acto de la voluntad .Por ejemplo, escoger lo bueno o lo malo, escoger entre lo frio y lo caliente, entre desatar una ira o refrenarla, dar o no dar, entre blanco, azul y rojo, etc.
Es importante hacer notar que una decisión es válida si y solo si la persona que decide la lleva a cabo a fin de cuentas. Hay muchas veces en nuestra vida en las que escogemos hacer algo, pero no lo llevamos a la práctica y por tanto no hemos tomado verdaderamente una decisión.
Finalmente: ¿Qué es el amor? ¿Un sentimiento o una decisión?
Después de 40 años de matrimonio, no tengo dudas que amar es una decisión, es un compromiso y es una determinación de ser feliz. Una pasión nos es amor, pero si un sentimiento fuerte de posesión. La palabra Pasión, significa sufrir o sentir, es una emoción fuerte hacia una persona, objeto o algo. En la parábola de Buen Samaritano, el mismo ha tomado la decisión de amar, esta le movió hacia una actitud. Dios tomó la decisión de nos Amar, y esto le llevo la actitud de enviar su hijo para ser nuestro Salvador.
En el matrimonio, la decisión de Amar, es que nos mueve hacia la actitud de cuidar de la persona amada. No depende de mis sentimientos, de mi estado de humor, o de una apariencia. En verdad así como amar es una decisión, el divorcio, la separación, la infidelidad son decisiones. Que nadie me venga decir que ya no hay sentimientos, pero sí que no deseo mas está con esta persona. Es una decisión. Que nadie me venga decir el diablo me ha tentado por esto he sido infiel a mis esposa/o.
A bien de la verdad, es bueno decir que muchas veces en una relación habrá tiempo que uno tendrá sus sentimientos heridos, sea por la violencia psicológica o física o por una infidelidad, lo que nos lleva a tomar la decisión de salir de esta relación enfermiza. El mandamiento de amor es bien claro: “Amar a tu prójimo como a ti mismo”, implica que tengo que me amar, me cuidar, y para esto no puedo quedar en una relación que solo me provoca heridas.
El amor no es circunstancial, o sea amo cuando me conviene, amo cuando me interesa, amo si todavía me atrae, no depende de mis sentimientos de ganas. No es un capricho sentimental.
Un grande ejemplo de amor es de los padres, amamos nuestros hijos porque son nuestros hijos, independe de sus actitudes hacia nosotros. Amo mi esposa, porque es mi compañera, tengo un compromiso de cuídala, hecho delante de Dios, hasta que la muerte nos separe.
El amor se define como nivel de importancia asignado a algo, y por tanto amar es asignar un nivel de importancia a algo o alguien. Mientras más ame yo a una persona, más me importarán sus necesidades y por tanto haré todo cuanto esté en mi alcance para ayudar a satisfacerlas sin importar como me sienta.
Versículos bíblicos que apoyan el hecho del amor es una decisión a tomar no un sentimiento.
Un mandamiento nuevo os doy: Que os améis unos a otros; como os he amado, que también os améis unos a otros.
Juan 13:34
Y éste es su mandamiento: que creamos en el nombre de su Hijo Jesucristo y nos amemos unos a otros, como nos ha dado mandamiento. 1 Juan 3:23
El amor consiste en hacer lo que Dios nos ha ordenado, y él nos ha ordenado que nos amemos unos a otros, tal como ustedes lo oyeron desde el principio.
2 Juan 1:6
Odenir Figueiredo Jr.
Capellán y Coach

ENCUENTROS EN EL CAMINO XI

El encuentro con Judas

Juan 13:26 “—Aquel a quien yo le dé este pedazo de pan que voy a mojar en el plato —le contestó Jesús. Acto seguido, mojó el pedazo de pan y se lo dio a Judas Iscariote, hijo de Simón.”
Este texto me ha impresionado debido al significado de la Pastoral de Jesús con Judas Iscariote, el traidor. Aquí el gesto de Jesús al mojar el pan en el vino y darlo a Judas tiene un significado muy especial y transcendental. En la tradición judaica, cuando en una cena alguien mojaba el pan en el vino y se lo daba a otro, estaba demostrando cuán importante era aquella persona a quien se le daba ese pan; es decir, era la expresión de un amor genuino. Lo que Jesús decía a Judas era: “Te amo”

Una Pastoral del camino expresa amor, aun cuando éste fuere rechazado y traicionado. Cuántas veces somos rechazados por nuestros pacientes o miembros de nuestras iglesias. La verdadera pastoral camina la segunda milla; siempre se caracteriza por un amor incondicional.
OFJ

ENCUENTROS EN EL CAMINO X

El encuentro con Tomás:

Juan 20:24 – 29 “Tomás, al que apodaban el Gemelo, y que era uno de los doce, no estaba con los discípulos cuando llegó Jesús. Así que los otros discípulos le dijeron:
¡Hemos visto al Señor!Mientras no vea yo la marca de los clavos en sus manos, y meta mi dedo en las marcas y mi mano en su costado, no lo creeré —repuso Tomás.
Una semana más tarde estaban los discípulos de nuevo en la casa, y Tomás estaba con ellos. Aunque las puertas estaban cerradas, Jesús entró y, poniéndose en medio de ellos, los saludó. ¡La paz sea con ustedes! Luego le dijo a Tomás:
Pon tu dedo aquí y mira mis manos. Acerca tu mano y métela en mi costado. Y no seas incrédulo, sino hombre de fe. ¡Señor mío y Dios mío! —exclamó Tomás.
Porque me has visto, has creído —le dijo Jesús—; dichosos los que no han visto y sin embargo creen.”
Puedo ver dos actitudes en la pastoral de Jesús con Tomás. Primero, su transparencia con Tomás; esta transparencia se fundamenta en la humildad que Jesús manifiesta al caminar con Tomás en su incredulidad. En su pastoral, el Señor reconoce nuestras limitaciones y nuestra individualidad.
Segundo cuando el Señor le dijo a Tomás: “Pon tu dedo aquí…”, demuestra que en su relación nada queda oculto, todo es transparente, y permite a Tomás tocar sus heridas.
Para que una pastoral del camino pueda ser efectiva debe ser siempre transparente; se debe tener la humildad de caminar con el paciente, aunque éste ponga en duda nuestra autenticidad. Para esto muchas veces vamos tener que tener la apertura de permitirles tocar en nuestras heridas. Esto significa hacerles saber que también hemos pasado por experiencias de dolor.
OFJ